Soneto 5
Ao templo do Destino fui levado:
Sobre o altar num cofre se firmava,
Em cujo seio cada qual buscava,
Tremendo, anúncio do futuro estado.
Tiro um papel e lio – céu sagrado,
Com quanta causa o coração pulsava!
Este duro decreto escrito estava
Com negra tinta pela mão do fado:
“Adore Polidoro a bela Ormia,
sem dela conseguir a recompensa,
nem quebrar-lhe os grilhões a tirania.”
Dar mãos Amor mo arranca, e sem detença,
Três vezes o levando à boca ímpia,
Jurou cumprir à risca a tal sentença.
Interpretação: O
autor do poema fala sobre uma espécie de julgamento, que ele espera uma
sentença, que põem seu o seu destino em
jogo, e ele jura se fiel a essa sentença.
Arcadismo: A
característica do arcadismo presente nesse texto, é ligado a mitologia por citar algo fora da
realidade.
Glossário:
Polidoro: Dó, origem absurda.
Halef Holanda,16,1ºF.
O Soneto é bem mais do que um julgamento, entendi o que o soneto trata o amor como o julgamento, não consegui entender se ele estava esperando a resposta de sua amada, mas acho que sim.
ResponderExcluirNúmero 29/1ºF
Penso que o eu lírico estava a espera de um julgamento, e que esse era muito importante.
ResponderExcluirDiego Santos,09,1ºF.
Ao meu ver, o julgamento, não consigo identificar se é ou não do eu lírico, estava pré-definido.
ResponderExcluirWanessa Azevedo, 36, 1F